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Inês Custódio

Reconhecidos Globalmente: Multilem Distinguida nos Eventex Awards 2026

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HIGHLIGHT

Reconhecidos Globalmente

12 de Maio de 2026

Reconhecidos Globalmente by Multilem

Reconhecidos Globalmente: Multilem Distinguida nos Eventex Awards 2026

A Multilem foi distinguida nos Eventex Awards 2026 com:

🥇 2 Gold Awards

🥉 7 Bronze Awards

em 5 categorias internacionais,em xxx categorias internacionais, através de dois projetos globais desenvolvidos em indústrias e contextos completamente distintos:

  • Saudi Tourism Authority x WTM London 2025

Gold para  Stand Design | Booth/ Stand

Bronze para  B2B Event | Brand Experience – Technology | Exhibition Experience

  • Oddsgate x SBC Summit Lisbon 2025

Bronze para B2B Event | Brand Experience – Technology | Exhibition Experience | Booth/Stand

Mais do que um reconhecimento da indústria, estes prémios representam as pessoas, a colaboração e o compromisso por detrás de cada experiência que criamos em todo o mundo.

Desde storytelling imersivo no setor do turismo, à escala global, até experiências emocionais no universo iGaming, ambos os projetos refletem o mesmo standard partilhado pelas equipas Multilem: estratégia, criatividade, produção e execução a trabalhar em conjunto como um só.

Estas distinções reforçam o posicionamento da Multilem como uma empresa global de brand experience, capaz de entregar experiências de marca impactantes em diferentes países, culturas e indústrias.

A todas as equipas, parceiros e clientes envolvidos — obrigado pela confiança, colaboração e dedicação que tornaram estes projetos possíveis.

Uma equipa. Muitos palcos.

Descubra os videocases completos destes dois projetos e veja como transformámos estratégia, criatividade e execução em experiências globais impactantes.

Vamos conversartest

A Gen Z está a reescrever as regras das brand experiences

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INSIGHT

A Gen Z está
a reescrever as regras
das Brand Experiences.

29 de Abril de 2026

Gen Z by Multilem

Não lentamente. Completamente.

Durante anos, as marcas seguiram a mesma fórmula: interromper, comunicar, vender.
Essa lógica já não funciona.

A Gen Z cresceu num mundo de conteúdo constante, ligação permanente e escolha infinita. Não está à espera de ser convencida. Decide o que merece a sua atenção e o que não merece.

Hoje, a visibilidade por si só não chega.
A relevância é tudo.

E é na experiência de marca que essa relevância se constrói.

As regras antigas já não funcionam
Interromper. Comunicar. Vender.
A Gen Z ignora as três.

Está demasiado habituada a filtrar ruído, demasiado consciente da forma como as marcas comunicam e demasiado rápida a desligar de tudo o que parece publicidade tradicional.

Isto não a torna mais difícil de alcançar.
Torna-a mais difícil de impressionar.

Não querem que lhes vendam
Querem participar.

A Gen Z não quer estar fora da história da marca. Quer entrar nela.

Espera interação, não mensagens.
Envolvimento, não observação.

Quando as pessoas podem moldar uma experiência – explorá-la, influenciá-la, personalizá-la – a marca torna-se algo vivido.

E o que se vive, fica.

A atenção conquista-se de forma diferente
A Gen Z vive num fluxo infinito de conteúdo.

Cada momento compete com outro: um vídeo, uma tendência, um criador, uma conversa.

As marcas já não competem apenas entre si.
Competem com a cultura.

Se uma experiência não se destaca, desaparece.
Se não desperta curiosidade, é ignorada.

A atenção já não se capta.
Conquista-se.

O maior risco para as marcas é o aborrecimento
Não é rejeição. É desinteresse.

Uma marca não precisa de ser rejeitada para falhar. Basta ser ignorada.

A Gen Z afasta-se rapidamente de experiências previsíveis, estáticas ou excessivamente produzidas. Se nada convida à exploração ou à interação, a marca torna-se irrelevante.

É por isso que o engagement não pode ser decorativo.
Tem de ser pensado de raiz.

As experiências são o novo interface da marca
Não são campanhas. Não são anúncios.

As experiências são onde as marcas se tornam reais.

Pop-ups, ativações, espaços imersivos, ambientes híbridos – já não são extensões da marca.

São o lugar onde as pessoas se ligam verdadeiramente a ela.

É aqui que a identidade ganha forma.
Onde os valores se tornam visíveis.
Onde a perceção se constrói.

Mas nem toda a experiência funciona
A Gen Z não quer apenas ver. Quer moldar.

Uma experiência visualmente impactante pode atrair atenção. Mas se não convida à participação, dificilmente cria ligação.

A diferença é simples:

Experiências passivas são vistas.
Experiências participativas são sentidas.

E o que se sente, fica.

Desenhar para a participação
Fazer das pessoas parte da experiência. Não espectadores.

A participação pode assumir várias formas: interação, personalização, co-criação, ambientes responsivos, momentos com criadores ou rituais partilhados.

O que importa é que as pessoas sintam que pertencem à experiência – e não que estão fora dela.

A participação cria ligação.
A ligação cria memória.

Criar momentos com que as pessoas possam interagir
A Gen Z responde a experiências que se podem explorar.

Momentos que despertam curiosidade.
Espaços que incentivam descoberta.
Interações dinâmicas.

Gamificação, movimento, desafio e recompensa são ferramentas poderosas — não porque entretêm, mas porque envolvem.

Quando as pessoas exploram, investem atenção.
E quando investem atenção, começam a interessar-se.

Desenhar para partilhar
Se não é captado, não existe.

Para a Gen Z, a partilha faz parte da experiência — não acontece depois.

Documentam, reinterpretam e distribuem momentos em tempo real.
Transformam experiências em conteúdo — e conteúdo em cultura.

A pergunta já não é apenas: “As pessoas vão gostar disto?”
É: “As pessoas vão querer partilhar isto?”

As experiências mais eficazes não geram apenas presença.
Geram conversa.

Construir comunidades
Não audiências.

A Gen Z não procura marcas.
Procura pertença.

Num mundo de ligação constante e crescente isolamento, experiências que juntam pessoas tornam-se mais valiosas do que nunca.

As experiências mais fortes não apenas reúnem pessoas.
Ligam-nas.

Criam momentos partilhados, identidade e significado.
É aí que vive a relevância.

Ser Autêntico

Não polido.
Não encenado.

Pessoas reais.
Valores reais.
Interação real.

A Gen Z identifica rapidamente o que parece artificial ou demasiado controlado.

Não espera perfeição.
Espera honestidade.

Experiências humanas geram confiança.
Experiências encenadas criam distância.

Transformar valores em ação
Não falar de propósito. Mostrar.

A Gen Z espera que as marcas vivam aquilo que defendem.

As experiências são onde isso se torna visível.

Sustentabilidade, inclusão, comunidade, criatividade – não são mensagens. São comportamentos.

É aqui que as marcas provam a sua credibilidade.

Largar o controlo
A Gen Z não quer experiências fechadas. Quer co-criá-las.

Quanto mais controlada for uma experiência, menos espaço existe para as pessoas se envolverem.

As experiências mais relevantes hoje são abertas o suficiente para serem moldadas por quem está dentro delas.

A marca deixa de ser a única autora.
Passa a facilitadora.

Porque, para a gen z, a marca não é o que dizes
É o que as pessoas partilham.

A marca vive na cultura.
Na conversa.
Naquilo que as pessoas escolhem levar consigo.

E são as experiências que tornam isso possível.

É por isso que a Gen Z está a reescrever as regras das brand experiences

Está a mudar o que significa atenção.
O que significa confiança.
O que significa engagement.

Está a afastar as marcas da interrupção e a aproximá-las da interação.
Do controlo para a co-criação.
Da audiência para a comunidade.

Isto não é uma tendência.
É uma mudança estrutural.

As marcas que ganham não são as mais ruidosas
São as que as pessoas falam, partilham e recordam.

Porque as experiências mais poderosas hoje
não são aquelas a que as pessoas assistem.

São aquelas que levam para a cultura.

 

Gen Z by Multilem, download here.

 


SOURCES

Paradigm — Gen Z & Experiential Marketing: What Today’s Consumers Expect from Brand Experiences
Imagination — Gen Z Plays to Win and So Should Brands
Imagination — The Gen Z Hunt for Community and Connection
Thred / The Gen Zer — Gen Z and the Age of Experiential Marketing
Campus — Why Experiential Marketing Is Key To Winning Over Gen Z
Pulse Advertising — Gain Gen Z’s Trust Through Experiential Marketing
Cramer — How Gen Z Is Reshaping Experiential Marketing Expectations
Art of Impact — Marketing to Gen Z
Vogue Business & Snapchat — How Can Brands Capture the Loyalty of Gen Z?
Ogilvy — For Gen Z, Brand Is What You Share, Not What You Sell
Ogilvy Consulting — Fandom Flux: Codes for Growth with Gen Z & Gen Alpha

Vamos conversartest

Quando uma cidade fala através das suas pessoas

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DESTAQUE

Quando uma cidade fala através das suas pessoas

06 de Abril de 2026

We love Dubai by Multilem

Um movimento impulsionado pela comunidade no Dubai transforma vozes individuais numa expressão coletiva de pertença

Um momento a acontecer agora

De 5 a 12 de abril, algo muito especial está a acontecer em Kite Beach, no Dubai. We Love Dubai está a reunir milhares de residentes e visitantes numa expressão partilhada de pertença, transformando vozes individuais numa poderosa mensagem coletiva: o Dubai é casa (Dubai is home).

De vozes individuais a uma história coletiva

Mais do que uma campanha, este é um movimento impulsionado pela comunidade que coloca as pessoas no centro da narrativa da cidade. No seu núcleo está uma ideia simples, mas significativa –  criar um espaço onde cada pessoa possa expressar o que o Dubai representa para si e, ao fazê-lo, contribuir para uma história maior, partilhada.

Através de uma experiência fluida e acessível, os participantes digitalizam um QR code, captam o seu retrato e passam, de imediato, a integrar um mosaico digital vivo – uma representação em constante evolução composta pelos rostos de quem vive, trabalha e constrói a cidade todos os dias.

Construído à velocidade da intenção

O que torna esta iniciativa particularmente notável não é apenas a sua escala ou ambição, mas a forma como ganhou vida.

Em poucas semanas, foi desenvolvido um conceito para celebrar a ligação da comunidade ao Dubai. Em apenas alguns dias, foram obtidas todas as autorizações e licenças necessárias, permitindo uma ativação de grande escala num dos espaços públicos mais icónicos da cidade. E, em poucas horas, uma vasta rede de parceiros – abrangendo áreas criativas, técnicas e de produção – juntou-se para desenhar, construir e concretizar a experiência.

Cada um contribuiu com o seu conhecimento de forma voluntária, movido por um objetivo comum: retribuir a uma cidade que tanto deu a tantas pessoas.

Uma instalação viva

No centro da ativação encontra-se uma impressionante instalação digital em forma de coração, que evolui continuamente à medida que novos participantes se juntam. Cada contributo acrescenta uma nova camada à peça, transformando histórias individuais num símbolo coletivo de união.

Para além da instalação física, a experiência estende-se de forma orgânica pela cidade, à medida que os participantes levam a mensagem consigo, através da partilha, da presença e de interações do dia a dia que reforçam a ideia de que o Dubai não é apenas um lugar, mas um sentimento partilhado.

Um reflexo da própria cidade

Este espírito colaborativo é, em muitos aspetos, um reflexo do próprio Dubai. Com mais de 200 nacionalidades representadas, We Love Dubai espelha a diversidade, abertura e sentido de oportunidade que definem a cidade, criando uma plataforma onde diferentes origens e perspetivas se unem numa identidade comum.

A perspetiva da Multilem

A Multilem orgulha-se de ser um dos principais parceiros desta iniciativa, contribuindo para o desenvolvimento criativo e estratégico de uma experiência pensada não para falar pela cidade, mas para permitir que a cidade fale através das suas pessoas.

Esta abordagem reflete uma convicção mais ampla que continua a orientar a forma como pensamos as experiências de marca: ir além das mensagens, dos formatos e das expectativas – criando ligações significativas que são construídas com as pessoas, e não apenas para elas.

Mais do que uma ativação

No final, We Love Dubai ultrapassa os limites de uma ativação tradicional. É um poderoso lembrete de que as experiências mais relevantes e duradouras são aquelas em que as pessoas se reconhecem.

Ao transformar expressões individuais numa voz coletiva, esta iniciativa capta algo intangível, mas profundamente poderoso – um sentido de pertença que continua a crescer a cada novo participante.

Vamos amplificar isto juntos

Vamos conversartest

Menos Espetáculo. Mais Significado.

By Destaque, Insights No Comments
INSIGHT

Menos Espetáculo.
Mais Significado.

17 de Março de 2026

Artes Performativas by Multilem

Nem tudo o que entretém cria notoriedade de marca.
E nem tudo o que faz barulho cria significado.

Durante anos, o marketing experiencial concentrou-se na escala, no espetáculo e na visibilidade. O entretenimento gera impacto. Cria buzz. Enche salas.Mas quando o objetivo é posicionamento, cultura e perceção a longo prazo, o entretenimento por si só não é suficiente.

É aí que entram as Artes Performativas.

O Entretenimento Capta Atenção. As Artes Performativas Criam Significado.

O entretenimento é pensado para gerar reação.
DJ sets. Aparições de celebridades. Espetáculos de drones. Ambientes imersivos em LED. Momentos de contagem decrescente cheios de energia.

Energiza a sala. Amplifica o alcance. Cria buzz.As Artes Performativas, no entanto, operam a um nível estratégico diferente. Inspiram-se no teatro, na dança contemporânea, no ritual, na dramaturgia e na narrativa simbólica para expressar a identidade da marca através de linguagem artística ao vivo. Em vez de explicar posicionamento, incorporam-no. Em vez de apresentar uma narrativa, encenam-na.

O entretenimento cria momentos.
As Artes Performativas constroem memória.

Qual o verdadeiro significado de Artes Performativas

As Artes Performativas não são um espetáculo acrescentado no final de um evento. É uma disciplina experiencial feita à medida, concebida desde o primeiro momento do projeto.

Começamos pelo ADN da marca: a sua personalidade, ambição, posicionamento e território emocional. A partir daí, traduzimos identidade em movimento, narrativa, interação e expressão ao vivo.

Nada é standard.
Nada é sobreposto.
A performance nasce da própria experiência.

Não foi pensada para ser observada passivamente. Convida à participação. Num contexto de experiência de marca, o público não se limita a assistir, entra num momento partilhado, identifica-se com a marca e envolve-se emocionalmente.

Como explica Diana Castro:

“As artes performativas ajudam-nos a criar mundos paralelos, tornando-os palpáveis e vivos. Mundos desenhados para cada evento, onde tudo é pensado para servir uma história.”

Quando a performance é concebida a partir da identidade, deixa de ser entretenimento.
Passa a ser a própria marca em ação.

Como Pode Ganhar Forma na Prática

As Artes Performativas podem assumir muitas formas, dependendo do objetivo estratégico:

    • Uma abertura coreografada que reflete os valores da empresa.
    • Uma breve cena ao vivo que demonstra a transformação de um produto.
    • Performers subtis que interagem com os visitantes no espaço.
    • Um ritual simbólico que marca o lançamento de um produto.
    • Um diálogo encenado entre humano e IA em vez de uma keynote tradicional.
    • Uma performance site-specific que se desenvolve ao longo de todo o evento.

Estes não são momentos decorativos.
São expressões estratégicas de posicionamento.

O que diferencia as Artes Performativas é a coerência entre todos os elementos sensoriais.

“A música, o teatro, a luz e a sonoplastia unem-se para construir uma experiência sensorial e emocional coerente. Cada elemento acrescenta uma camada de significado, alimentando a narrativa e dando-lhe profundidade.”
— Diana Castro

Porque Isto Importa Agora

O público está sobre-estimulado.

Mais ecrãs não vão diferenciar uma marca.
Mais volume não vai elevar a perceção.

O que diferencia é o significado.

Num mundo impulsionado pela IA, a presença humana torna-se premium. A expressão artística ao vivo cria âncoras emocionais que não podem ser ignoradas, deslizadas ou replicadas.

Como explica Diana Castro:

“A história ganha corpo: surgem personagens, dramaturgia, tensão, encontros e interações reais entre pessoas reais. A fronteira entre o real e a ficção torna-se subtil. Até porque não há nada mais real do que sentir emoções. As personagens podem ser inventadas, mas fazem-nos sentir algo real, marcando assim a nossa memória. Por vezes até só o som, ou a luz podem fazer-nos sentir emoções. E, nesse espaço de emoções provocadas pela interação com as artes performativas, os participantes deixam de ser meros espectadores, e passam a ser parte da história. Parte da experiência. Parte da marca.”

Esta é a passagem do espetáculo para o significado.

Como a Multilem Faz Diferente

Muitas agências contratam performers.

Poucas desenham a performance como uma disciplina estruturada integrada na estratégia experiencial.

Na Multilem, Artes Performativas é agora uma capacidade dedicada, concebida, curada e executada de ponta a ponta sob o mesmo teto.

Definimos a intenção narrativa.
Curamos a direção artística.
Selecionamos talento alinhado com a identidade da marca.
Escrevemos, coreografamos e ensaiamos com precisão.
Dirigimos a execução ao vivo com rigor.

Não é outsourcing.
Não é improvisação.
Não é decorativo.

É estratégia desde o primeiro momento.

Concebido. Dirigido. Executado.

MENOS ESPETÁCULO.

MAIS SIGNIFICADO.

Artes Performativas by Multilem.

Uma disciplina experiencial totalmente personalizada, construída a partir do ADN da sua marca.

Porque, no final, a verdadeira pergunta não é:

“O que vai entreter?”

É:

“O que vai mover as pessoas? E posicionar a marca?”

Vamos dar forma à sua próxima experiência de marca.

Artes Performativas by Multilem, [descarregar agora].

Vamos conversartest

Iconic Moves for Brand Experience 2026

By Destaque, Insights No Comments
INSIGHT

Iconic Moves for
Brand Experience 2026

17 de Fevereiro de 2026

By Multilem

Isto não é um report de tendências.

Em 2026, as experiências de marca não serão definidas por tendências, mas pelos movimentos que as marcas mais ousadas decidem liderar.

Iconic Moves for Brand Experience 2026 é o ponto de vista da Multilem Worldwide sobre o que vem a seguir. Não é uma previsão nem uma lista de modas passageiras. É uma leitura estratégica, baseada em anos de experiência a desenhar projetos, a observar comportamentos e a trabalhar na interseção entre criatividade, negócio e tecnologia.

O relatório identifica 12 movimentos icónicos que estão a redefinir a forma como as marcas se ligam às pessoas num contexto cada vez mais complexo — onde cada experiência precisa de ser emocionalmente relevante, mensurável para o negócio e compreendida pelos sistemas de inteligência artificial ao mesmo tempo.

De experiências que pensam, a interações de marca lideradas por agentes; da imaginação como refúgio, à pertença de marca como vantagem competitiva, estes movimentos não são sobre fazer mais. São sobre fazer o que realmente importa.

Este relatório é um convite a repensar a forma como as experiências são desenhadas, medidas e lembradas.

E, acima de tudo,
um convite a mover primeiro.

Faça o download do artigo completo e descubra o que está a moldar o futuro da Experiência de Marca.

[Download] 

Vamos conversartest